O PROBLEMA DA PERDA ÓSSEA APÓS EXTRAÇÃO DENTÁRIA:
- CLIN-IN
- 20 de jan. de 2022
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Os ossos que compõem o esqueleto humano possuem várias funções, dentre as quais e de importância ao tema, a de reserva de cálcio e fósforo bem como a de dar sustentação aos tecidos do corpo. Na cavidade oral, após remoção de um dente, o osso no local começa a sofrer um processo contínuo de reabsorção se não houver alguma intervenção reabilitadora. Fatores de ordem geral como as deficiências vitamínicas, diabetes e tabagismo e de ordem local como a não reposição do dente perdido ou a reposição deste dente com prótese removível, contribuem para a aceleração desse processo. O resultado é sempre a perda óssea local com a diminuição da altura e da espessura. A melhor resolução nesse caso é a instalação precoce do implante (ou no mesmo momento da extração do dente ou até 03 meses depois).
Nos casos em que a perda óssea já ocorreu (mais de dois anos da remoção do dente), haverá a necessidade de reconstrução óssea, que hoje, com a modernidade, praticamente abolimos aquelas cirurgias complexas de retirar osso de áreas doadoras do próprio indivíduo (do queixo, da calvária, dos quadris) e passamos a utilizar substitutos ósseos sintéticos e orgânicos preparados que facilitam e tornam a cirurgia muito mais tranquila, segura e rápida.

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